terça-feira, 5 de maio de 2009
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
EXCLUSIVO! O momento que O Grande Presidente conta a Ursão
Um momento único na história dos blogs. Conseguimos um material inesquecível. As imagens do momento histórico que o Grande Presidente, Alex, a Super Boca, conta a Ursão, o Babão, que ele não é mais o Vice-Presidente de assuntos esdrúxulos.
Em três dias colocaremos no ar a versão com legendas.
Em três dias colocaremos no ar a versão com legendas.
Ursão Cai
sábado, 17 de janeiro de 2009
Era só o que faltava, depois do Vasco rebaixado à Série B, Wagner Diniz fala em “limpar” o currículo
Você conhece o currículo de Wagner Diniz? Sim, Wagner Diniz, esse lateral-direito que o São Paulo foi buscar no Vasco. Pois é, o cidadão defendeu CRB, Treze e entre 2005 e o ano passado atuou no time de São Januário. E ao trocar o rebaixado clube carioca pelo São Paulo tricampeão nacional, o antigo “Rei” do Cai-Cai no futebol do Rio disse que precisa “limpar” seu currículo depois da queda para a segundona — clique aqui e veja.
Veja só a que ponto chegamos. Um jogador comum, mero “especialista” em cavar pênaltis, sai de um grande clube em seu momento mais crítico e se acha no direito de dizer algo que pode ser resumido como apagar de sua carreira a passagem pelo Vasco em 2008. Claro, agora ele está no mais badalado (com justiça, claro) time do país, então pode falar o que bem entende. Não pode, Wagner, mas não pode mesmo, especialmente com esse discurso que não emplaca nem em comercial de desinfetante.

Limpa o currículo quem cai e quem sobe com o time, como Marcos no Palmeiras, Del Piero na Juventus, Felipe no Corinthians, entre muitos outros. O de Wagner Diniz continuará sujo, pela sua ausência em jogos na campanha do rebaixamento e atuações fracas, já com o futuro arrumado pelo acerto com o São Paulo em meio à luta do Vasco para não cair.
Há pouco mais de um ano, o zagueiro Juninho trocava o Botafogo pelo São Paulo com o seguinte discurso: “O que mais me motivou foi ter a oportunidade de disputar uma Libertadores com reais chances de conquistá-la. Mas também pesou a oportunidade de firmar um contrato longo que traz segurança para meus filhos”. Como se sabe, ele está de volta ao clube da estrela solitária. Se Wagner Diniz também fracassar no Morumbi, será que os vascaínos terão mais, digamos, amor próprio?
“Era isso que almejava na minha carreira, sair de um time pequeno, suar, passar dificuldades, e depois chegar a uma grande equipe. Consegui com bastante suor chegar até aqui. Estou muito feliz, com o pensamento focado pra fazer o meu melhor trabalho”
Wagner Diniz, ao site do São Paulo
Postado por Mauro Cezar Pereira em 13.01.2009 http://blogs.espn.com.br/maurocezarpereira/
Veja só a que ponto chegamos. Um jogador comum, mero “especialista” em cavar pênaltis, sai de um grande clube em seu momento mais crítico e se acha no direito de dizer algo que pode ser resumido como apagar de sua carreira a passagem pelo Vasco em 2008. Claro, agora ele está no mais badalado (com justiça, claro) time do país, então pode falar o que bem entende. Não pode, Wagner, mas não pode mesmo, especialmente com esse discurso que não emplaca nem em comercial de desinfetante.

Limpa o currículo quem cai e quem sobe com o time, como Marcos no Palmeiras, Del Piero na Juventus, Felipe no Corinthians, entre muitos outros. O de Wagner Diniz continuará sujo, pela sua ausência em jogos na campanha do rebaixamento e atuações fracas, já com o futuro arrumado pelo acerto com o São Paulo em meio à luta do Vasco para não cair.
Há pouco mais de um ano, o zagueiro Juninho trocava o Botafogo pelo São Paulo com o seguinte discurso: “O que mais me motivou foi ter a oportunidade de disputar uma Libertadores com reais chances de conquistá-la. Mas também pesou a oportunidade de firmar um contrato longo que traz segurança para meus filhos”. Como se sabe, ele está de volta ao clube da estrela solitária. Se Wagner Diniz também fracassar no Morumbi, será que os vascaínos terão mais, digamos, amor próprio?
“Era isso que almejava na minha carreira, sair de um time pequeno, suar, passar dificuldades, e depois chegar a uma grande equipe. Consegui com bastante suor chegar até aqui. Estou muito feliz, com o pensamento focado pra fazer o meu melhor trabalho”
Wagner Diniz, ao site do São Paulo
Postado por Mauro Cezar Pereira em 13.01.2009 http://blogs.espn.com.br/maurocezarpereira/
Apesar das evidências, há quem tente desqualificar, diminuir, encontrar “defeitos” na Premier League
Incrível a insistência de setores da mídia verde-amarela em definir a Premier League como um “bicho estranho”, um negócio diferente, esquisito, quase uma aberração. Matéria do site Globo Esporte destaca frase óbvia do jornalista inglês Alex Fynn: “É um campeonato internacional, e não um campeonato local”, teria dito durante palestra na semana passada, em Londres, segundo o texto.
Ok, e qual grande campeonato europeu não apresenta essa característica? Se o Arsenal entra em campo apenas com estrangeiros há tempos, a Internazionale de Milão faz o mesmo no Calcio. Se Liverpool, Manchester United e Chelsea têm muitos jogadores nascidos fora do Reino Unido, Barcelona, Real Madrid, Bayern Munique, Milan e Juventus não ficam atrás.
Curiosa a fixação pelos pontos “negativos” (na visão de alguns) do campeonato inglês. É como se procurassem um porém, um gancho para a crítica à Premiership. É o mais rico e bem organizado, com jogos extremamente disputados e ultimamente seus times têm chegado com enorme força às fases agudas da Uefa Champions League.
Dos 22 jogadores que começaram a decisão da Champions League 2007/2008 entre Manchester United e Chelsea, 12 eram estrangeiros e dez atletas nascidos no Reino Unido
“Ah, mas o campeonato inglês está cheio de estrangeiros…”, é o argumento (?) mais comum, que a matéria acima citada tenta reforçar. Mas qual é a realidade do futebol disputado na Europa. Vamos aos fatos? Veja a lista abaixo e tire suas conclusões.
Observando as escalações iniciais dos cinco mais bem colocados de cada um dos quatro mais importantes torneios europeus, temos o cenário a seguir. Ele mostra os times da Inglaterra com maior percentual de não nascidos no Reino Unido, mas muito perto do índice italiano, com equipes espanholas e alemãs também acima dos 50% de nascidos no exterior em seus times.
Origens dos titulares nas rodadas mais recentes dos campeonatos:
Inglaterra - 63% de estrangeiros
Liverpool (1º) - 2 britânicos e 9 estrangeiros
Chelsea (2º) - 4 britânicos e 7 estrangeiros
Manchester United (3º) - 6 britânicos e 5 estrangeiros
Aston Villa (4º) - 8 britânicos e 3 estrangeiros
Arsenal (5º) - 11 estrangeiros
Itália - 58% de estrangeiros
Internazionale (1º) - 11 estrangeiros
Juventus (2º) - 5 italianos e 6 estrangeiros
Milan (3º) - 5 italianos e 6 estrangeiros
Napoli (4º) - 7 italianos e 4 estrangeiros
Genoa (5º) - 6 italianos e 5 estrangeiros
Espanha - 54% de estrangeiros
Barcelona (1º) - 5 espanhóis e 6 estrangeiros
Real Madrid (2º) - 3 espanhóis e 8 estrangeiros
Sevilla (3º) - 5 espanhóis e 6 estrangeiros
Valencia (4º) - 9 espanhóis e 2 estrangeiros
Atlético de Madrid (5º) - 3 espanhóis e 8 estrangeiros
Alemanha - 52% de estrangeiros
Hoffenheim (1º) - 5 alemães e 6 estrangeiros
Bayern Munique (2º) - 5 alemães e 6 estrangeiros
Hertha Berlim (3º) - 3 alemães e 8 estrangeiros
Hamburgo (4º) - 6 alemães e 5 estrangeiros
Bayer Leverkusen (5º) - 7 alemães e 4 estrangeiros

No jogo contra o Wigan, que valeu o título inglês 2007/2008, o Manchester United usou 13 jogadores, seis estrangeiros e sete nascidos no Reino Unido
Ok, e qual grande campeonato europeu não apresenta essa característica? Se o Arsenal entra em campo apenas com estrangeiros há tempos, a Internazionale de Milão faz o mesmo no Calcio. Se Liverpool, Manchester United e Chelsea têm muitos jogadores nascidos fora do Reino Unido, Barcelona, Real Madrid, Bayern Munique, Milan e Juventus não ficam atrás.
Curiosa a fixação pelos pontos “negativos” (na visão de alguns) do campeonato inglês. É como se procurassem um porém, um gancho para a crítica à Premiership. É o mais rico e bem organizado, com jogos extremamente disputados e ultimamente seus times têm chegado com enorme força às fases agudas da Uefa Champions League.
Dos 22 jogadores que começaram a decisão da Champions League 2007/2008 entre Manchester United e Chelsea, 12 eram estrangeiros e dez atletas nascidos no Reino Unido“Ah, mas o campeonato inglês está cheio de estrangeiros…”, é o argumento (?) mais comum, que a matéria acima citada tenta reforçar. Mas qual é a realidade do futebol disputado na Europa. Vamos aos fatos? Veja a lista abaixo e tire suas conclusões.
Observando as escalações iniciais dos cinco mais bem colocados de cada um dos quatro mais importantes torneios europeus, temos o cenário a seguir. Ele mostra os times da Inglaterra com maior percentual de não nascidos no Reino Unido, mas muito perto do índice italiano, com equipes espanholas e alemãs também acima dos 50% de nascidos no exterior em seus times.
Origens dos titulares nas rodadas mais recentes dos campeonatos:
Inglaterra - 63% de estrangeiros
Liverpool (1º) - 2 britânicos e 9 estrangeiros
Chelsea (2º) - 4 britânicos e 7 estrangeiros
Manchester United (3º) - 6 britânicos e 5 estrangeiros
Aston Villa (4º) - 8 britânicos e 3 estrangeiros
Arsenal (5º) - 11 estrangeiros
Itália - 58% de estrangeiros
Internazionale (1º) - 11 estrangeiros
Juventus (2º) - 5 italianos e 6 estrangeiros
Milan (3º) - 5 italianos e 6 estrangeiros
Napoli (4º) - 7 italianos e 4 estrangeiros
Genoa (5º) - 6 italianos e 5 estrangeiros
Espanha - 54% de estrangeiros
Barcelona (1º) - 5 espanhóis e 6 estrangeiros
Real Madrid (2º) - 3 espanhóis e 8 estrangeiros
Sevilla (3º) - 5 espanhóis e 6 estrangeiros
Valencia (4º) - 9 espanhóis e 2 estrangeiros
Atlético de Madrid (5º) - 3 espanhóis e 8 estrangeiros
Alemanha - 52% de estrangeiros
Hoffenheim (1º) - 5 alemães e 6 estrangeiros
Bayern Munique (2º) - 5 alemães e 6 estrangeiros
Hertha Berlim (3º) - 3 alemães e 8 estrangeiros
Hamburgo (4º) - 6 alemães e 5 estrangeiros
Bayer Leverkusen (5º) - 7 alemães e 4 estrangeiros

No jogo contra o Wigan, que valeu o título inglês 2007/2008, o Manchester United usou 13 jogadores, seis estrangeiros e sete nascidos no Reino Unido
OS MAIORES PATROCINADORES DO BRASIL
O São Paulo renovou contrato de patrocínio com a LG por mais um ano e segue tendo um dos maiores contratos do futebol brasileiro. São 15 milhões anuais. A projeção do Palmeiras, com a Samsung, é de valor idêntico. Com base nessas informações, o maior contrato do futebol brasileiro segue sendo o do Flamengo. Veja, abaixo, os cinco principais contratos:
Flamengo (Petrobrás) - 16 milhões/ano
São Paulo (LG) - 15 milhões/ano
Palmeiras (Samsung) - 15 milhões/ano
Vasco (Eletrobrás) - 14 milhões/ano
Corinthians (Medial - encerrado em 2008) - 14,5 milhões/ano
Postado por PVC em 16.01.2009 http://blogs.espn.com.br/pvc/
Flamengo (Petrobrás) - 16 milhões/ano
São Paulo (LG) - 15 milhões/ano
Palmeiras (Samsung) - 15 milhões/ano
Vasco (Eletrobrás) - 14 milhões/ano
Corinthians (Medial - encerrado em 2008) - 14,5 milhões/ano
Postado por PVC em 16.01.2009 http://blogs.espn.com.br/pvc/
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Venda de vinil surpreende e cresce 89% nos Estados Unidos em 2008
A indústria do vinil deu novo sinal de vida em 2008. Com 1,8 milhão de unidades vendidas nos Estados Unidos no ano passado, a comercialização de LPs cresceu 89% em relação a 2007, quando 990 mil unidades saíram das prateleiras.
De acordo com levantamento da SoundScan, o recorde anterior é do ano 2000, quando cerca de 1,5 milhão de LPs foram vendidos.
Os números de 2008 surpreendem principalmente se comparados com a vendagem de álbuns em todos os formatos (vinil, CD, DVD de áudio, downloads e ringtone), que despencou 14% nos Estados Unidos.
De acordo com o site "LA Weekly's", o vinil mais vendido em 2008 foi o "In Rainbows" (2007), do Radiohead, seguido por "Abbey Road" (1969), dos Beatles, e "Chinese Democracy" (2008), do Guns n' Roses.
Veja a lista dos dez vinis mais vendidos em 2008 nos Estados Unidos:
1 - Radiohead - "In Rainbows": 25.800 unidades vendidas
2 - The Beatles - "Abbey Road": 16.500 unidades vendidas
3 - Guns n' Roses - "Chinese Democracy": 13.600 unidades vendidas
4 - B-52's - "Funplex": 12.800 unidades vendidas
5 - Portishead - "Third": 12.300 unidades vendidas
6 - Neutral Milk Hotel - "In the Aeroplane Over the Sea": 10.200 unidades vendidas
7 - Pink Floyd - "Dark Side of the Moon": 10.200 unidades vendidas
8 - Fleet Foxes - "Fleet Foxes": 9.600 unidades vendidas
9 - Metallica - "Death Magnetic": 9.400 unidades vendidas
10 - Radiohead - "OK Computer": 9.300 unidades vendidas
De acordo com levantamento da SoundScan, o recorde anterior é do ano 2000, quando cerca de 1,5 milhão de LPs foram vendidos.
Os números de 2008 surpreendem principalmente se comparados com a vendagem de álbuns em todos os formatos (vinil, CD, DVD de áudio, downloads e ringtone), que despencou 14% nos Estados Unidos.
De acordo com o site "LA Weekly's", o vinil mais vendido em 2008 foi o "In Rainbows" (2007), do Radiohead, seguido por "Abbey Road" (1969), dos Beatles, e "Chinese Democracy" (2008), do Guns n' Roses.
Veja a lista dos dez vinis mais vendidos em 2008 nos Estados Unidos:
1 - Radiohead - "In Rainbows": 25.800 unidades vendidas
2 - The Beatles - "Abbey Road": 16.500 unidades vendidas
3 - Guns n' Roses - "Chinese Democracy": 13.600 unidades vendidas
4 - B-52's - "Funplex": 12.800 unidades vendidas
5 - Portishead - "Third": 12.300 unidades vendidas
6 - Neutral Milk Hotel - "In the Aeroplane Over the Sea": 10.200 unidades vendidas
7 - Pink Floyd - "Dark Side of the Moon": 10.200 unidades vendidas
8 - Fleet Foxes - "Fleet Foxes": 9.600 unidades vendidas
9 - Metallica - "Death Magnetic": 9.400 unidades vendidas
10 - Radiohead - "OK Computer": 9.300 unidades vendidas
sábado, 10 de janeiro de 2009
Ultrapassagem de Michel Cachaça
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
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